VERSEJANDO COM AMIGOS : Marianna - Maísa - Convidados
 

Ápice da Poesia

Em cada palavra,
Em cada gesto,
A emoção nas mãos,
Não sabia o que seria,
Não a queria maltrapilha,
Nem muito menos burguesia,
Mas a queria com asas
Sem senso de tempo,
Ela era linda...
Aproximava-se com trejeitos
De fada e vulcão,
Sedução pura no olhar
Escorrendo nos dedos,
Beijos em versos
Caiu-me como uma pétala
Aveludada e corajosa,
Fez-se brilho
Refletida como um orgasmo,
Ápice do prazer dos sentidos
Nasceste...
Oh sublime Poesia.


 Maísa Cristina *Pupila


Dedicada a todos que por ela se apaixonam!
Viva a Poesia!
beijos poéticos



Escrito por Escrito por Pupila às 22h24
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UMA HOMENAGEM AO AMIGO E ESCRITOR
RICARDO NACIF NJAIM que nesta data PARTIU e FOI VIVER NA TERRA DIVINA COM OUTROS ANJOS POETAS...



RICARDO NACIF NJAIM

É assim que quero lembrar-te
Menino de Ubá, Minas Gerais
Foste aqui um Anjo das palavras
Em tua boca só flores perfumaram
Nossos dias e Nossas noites
Com teu Bom dia! e Boa noite!
Encerraste tua palavra aqui na Terra
Mas as que aqui ficaram
Sempre permanecerão.
Agora o céu ganhou um Poema
Repleto de rimas e alegrias,
És tu amado Poeta
Que fará brilhar o céu de Ubá
Em uma constelação de estrelas
Que derramarão palavras
Para esse teu eterno amar.

Pupila
--------------------------------------------------------------
SEGUE UM POEMA DESTE SAUDOSO AMIGO.

A PÉTALA ' (RICARDO NACIF NJAIM)

Linda,envolvente,
suave a vejo,
suave a sinto.

Aproxima-se de mim,
a cada dia,
até chegar a hora de ir.

Até de chegar a hora,
de morar comigo
quando da vida,
ah, eu for embora...

Uba, MG, 18.01.2004
-----------------------------------------------------------
ABRAÇOS

'ABRAÇO O SOL, COMO ABRACEI A LUA QUE SURGIU DEPOIS DA TEMPESTADE. AMO VIVER, E MAIS, VIVO PORQUE AMO.'

Ricardo Nacif Njaim. Professor - Advogado - Escritor Pesquisador nas áreas em que atua. Consultor Educacional e Jurídico.

Ubá,MG,domingo ,17.10.2004


O CÈU GANHOU UM ANJO POETA ...27/02/2005



Escrito por Escrito por Pupila às 18h31
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A TODOS AMIGOS, CONVIDADOS E LEITORES DO VERSEJANDO COM OS AMIGOS

UM LINDO 2005!

QUE POSSAMOS CAMINHAR JUNTOS COM

SAÚDE, PAZ, PERSEVERANÇA, PROSPERIDADE, TRABALHO, AMOR e SOLIDARIEDADE

BEIJOS COM SABOR DE ANO  NOVO!

MARIANNA

PUPILA

Crer

Cerco-me em raízes
Plantando a calma,
Para colher a alma
Da paz em verdes perfumes
Rimam em brisas;
Lá no alto,
As asas de aves cantoras
Sobrevoam o meu vaso
O botão branco melodioso;
Mais um sorriso de criança
Dançando e nascendo
Com face de Anjo;
Colho em minhas mãos
Fruto das sementes,
Nova esperança no ar
E o seu brilho
O reparto contigo.



Escrito por Escrito por Pupila às 10h56
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Último trabalho de Aschie postado no Guia de Poesia, seguido da homenagem póstuma do Poeta Diego Ramires.                                    

 

Dor de Barriga

 

Eu,
Como sendo a lombriga,
Sentir dor de barriga,
É o fim da picada.
Surrealidade atemporal,
Buñuelesca metáfora,
Minha bariguinha roliça
Dói.

Aschelminto



Escrito por Ana C às 01h36
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*Homenagem a Aschelminto, onde ele estiver

 

Memorare

 

A infidelidade da vida
calou tua apurada poesia,
a infidelidade da vida.
Quieto estamos,
tão mais quieta esta a chuva da primavera,
as amplas paixões da terra,
a ousada liberdade da palavra,
os nossos versos,
confidentes dos teus versos.

Em tua memória
que aqui jaz nestas lúgubres palavras,
a despedida de um poeta.
Poeta por escolher a dor,
por ser um inédito mito...

Vá com Deus poeta,
voa ao infinito
com teus sentimentos atrevidos,
vá com Deus, poeta...

Diego Ramires

 

 

 



Escrito por Ana C às 01h54
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ANTONIO CARLOS GODOY
 
 

Toni Godoy, Nasceu Antonio Carlos Godoy, em Salvador (Bahia). Atualmente moro no Rio de Janeiro com mulher e filho. Comecei a escrever poesias, aos 14 anos por ter me apaixonado por uma colega da sala, não consegui conquistá-la, mas gostei da idéia e continuei escrevendo. Hoje os temas são variados desde amor até poesias sociais-políticas. Este ano lancei meu primeiro livro (edição independente) - Sopa de letrinhas" , Minhas poesias são de estilos pós-moderno, concretistas e algumas visuais. Mantenho um blogger www.nasondasdapoesia.blospot.com onde publico minhas poesias e de autores que gosto. Estou sempre pesquisando na internet novos e "velhos" poetas, não interessa a nacionalidade. Se alguém quiser entrar em contato comigo meu e-mail é tonigodoy@bol.com.br

 

Almas

 

Triste alma,

 que chora,

por alguém insensível

por um amor inatingível.

 

Sofrida alma,

completamente perdida,

a andar sem rumo,

alienada do mundo.

 

Terrível alma,

é você,

que não me compreende,

que me tira a calma.

 

Amaldiçoada alma,

sou eu,

que sofro por você,

que não me vê.

 9/9/2004 



Escrito por Ana C às 17h54
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Vítor Ribeiro

Tenho 27 anos , nasci e vivo em Aveiro uma pequena cidade Capital de Distrito Portuguesa, mais conhecida como sendo a Veneza de Portugal, pois existe uma ria que atravessa a cidade de lés a lés.

Sou um E.T. siglas que traduzidas para linguagem corrente, se referem a uma pessoa licenciada em Electrónica e Telecomunicações pela Universidade de Aveiro.

A escrita é para mim um registro de momentos, numa mistura de intelecto com emoções vividas em experiências de vária ordem, sendo para mim o maior desafio que sejam da melhor forma entendidas, sentidas pelo leitor. Acho que é este o maior desafio de quem escreve e parafraseando Frederico Barbosa, poeta e professor: ”Não é só falar sobre o que está sentindo. É fazer com que o leitor sinta o mesmo que você, que entenda o que você está sentindo.”. É esse o maior desafio da escrita e por isso é que a mim me fascina.

http://www.cantonegro.blogspot.com/

http://literaturapt.org/forum/index.php

Cântico a vós.

Queria uma mesa e várias cadeiras de papel
que flutuassem no mar
onde vos pudesse a todos juntar
no centro do Atlântico
e com as canetas metamorfizadas de garfos
servissemos a todos uma refeição de poesia
em pratos em forma de folhas A4.

A vós companheiros
que vos conheço os vossos olhos
apenas pelo olhar das vossas palavras
formemos um piquenique
sobre uma onda do mar
no centro da linha recta que une os nossos países.

No mar...



Escrito por Ana C às 16h56
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HOMENAGEM AOS OLHOS DE PUPILA


A Pupila é uma bela menina
Que vê as belezas explicitas e ocultas
Visão singela, pura e que fascina
De medo, alegria, amor, ódio e culpa

A Pupila têm um brilho eterno
De paixão diversas e sem palavras
Tuas lágrimas são cristais de inverno
Gotinhas comoventes, jóias separadas

Para Pupila não há som
Não há toques
Não há sinais
Somente olhares de compreensão

Pupila descreve o que vê
Com olhos de menina inocente
Por isso tem visão, te lê
Quando falas a verdade ou mentes

Ah...! os olhos de Pupila
Acervo franco de sentidos
Tristes, felizes ou arrependidos
Imagens belas e divinas

Os olhos de Pupila choram
Pela solidão constante
Pois ninguém a eles enxergam
Que estes valem mais que mil diamantes

Thiago Vergueiro
26/10/2004



Escrito por Ana C às 15h13
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ODE A ANA COSTA (MARIANNA)

         POR Diego Ramires Bittencourt

Amado beija-flor noturno
por que pende teu choro na dúvida?
Teus versos nesta sofridão perpétua
são nuvens delicadas
encobrindo receios luminosos,
não suspeitas doentias
nos sorrisos invisiveis da poetisa.

Volta as tuas asas ligeiras
e conduz as contentes estrofes
no encanto que um dia fez você vo
ar.



Escrito por Escrito por Pupila às 19h57
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Homenagem de LUIZ ALBERTO MACHADO à prosa poética De Lendas  De  Mariza Lourenço.

(que já se encontra neste blog)

http://varejosortido.weblogger.terra.com.br/

http://bloguerotico.weblogger.terra.com.br/

DA ROSA, O POETA


dela, toda espera

nem soubera do amanhã desde ontem:

tropeços de uma vez

nunca demais errâncias de sempre. até quando?

era uma vez, ah, uma vez

e já rosa a poesia, o poeta só medra.

a rosa é a poesia. O poeta, nada: ulula.

a rosa, apesar: outono (que fecunda a poesia parindo lídimo amor) pudera.

fecunda a terra: a alma do poema.

a rosa, os passos do poeta: nem sempre sonhos, nem sempre sempre, pedras trilhadas: o amor, sangue, verbo e sexo. sexo: rubro da carne dela. sangue: a rosa dela.

na rosa o cio do poeta: a carne dos versos da prosa (limítrofes: coração na mão, nau ao léu, vau, vai).

Pudera.

Poesia e rosa, o poeta soubera.


Luiz Alberto Machado



Escrito por Escrito por Pupila às 14h15
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TERESA JM SILVA

Tenho 37 anos, actualmente residente numa pequena cidade chamada Barreiro, que fica na beira do rio Tejo, no lado oposto à minha amada e bonita Lisboa. Trabalho associada à decoração. Sei o que é lutar para fazer viver a Arte e sobreviver com ela. Desde que me lembro de ser gente, e saber ler e escrever, que faço poesia. Para mim a poesia nasceu como um diário de desabafos, de pensamentos e sentimentos, e acontecimentos do dia a dia. Depois com o tempo aprendi a partilhar. Acho que amadureci. Eu e a minha forma de arte, na escrita. Senti necessidade de partilhar estes sentimentos e emoções que traduzo em poesia, com quem a faz e a aprecia também...
Hoje a poesia é para mim um futuro grande sonho de publicar; a realizar com quem quiser ler e sentir, estas emoções e sentimentos comigo... que são sentidos por todos nós. A Arte já faz parte de mim, também na pintura, eu trabalho com artes decorativas, pinto telas e peças decorativas.

http://in-alma.blogspot.com/

 

IN-ALMA

As paredes nuas da alma,
pintadas de dor na voz,
o sangue do pudor,
a nudez,
a timidez,
abrem-se-me nas palmas das mãos,
como um pergaminho,
dispo-me de ti,
num destino de longo caminho...

Meus olhos,
olhar da noite,
desabam agora num abismo,
e no corpo,
agora a escuridão,
a solidão,
marcada no teu vazio despejado,
na mente,
em agonia,
ainda distante o raiar do dia...

...sou o pranto a olhar as lágrimas,
onde nem um suave suspiro,
abrindo-me os lábios,
e morrendo-me num terno queixume,
te fariam renascer...

Onde aprendo,
a olhar o viver,
desprovida de corpo,
que é abrigar a mente,
em memórias de emoções,
uma caricia de pensamento,
um momento,
onde calo o silêncio,
os lábios de sensações...

...onde as razões,
me vestem o dia,
de roupas sem tecido,
de alguma luz,
que sem sentido,
me cobre o corpo de tristes preces,
de afagos de pele sensível,
sem textura,
aos abraços de loucura,
que me beijam nos olhos cegos,
um olhar sem fim,
quando lentamente, desapareces assim...alma de mim...



Escrito por Escrito por Pupila às 20h56
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UMA VISITA ÀS RUÍNAS

 

Este lanço da escada

não  leva a parte alguma

 

Há anos que dorme

esta pedra, nada acordará

o interior dos quartos

as conversas conhecidas

os passos

que se afundam no silêncio

ausências que à noite

se acentuam

 

Há anos que as ruínas

misturam os telhados

e os pátios, as colunas

que repousam do cansaço

 

Nossos olhos

as visitam, flutuam

e perdem-se na poeira das ruas.

 

J.T.PARREIRA



Escrito por Ana C às 17h44
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Mariza Lourenço

Nunca fui doce... minhas mãos pesam sobre o papel sem culpas, arrependimentos ou compromisso em produzir algo que agrade. Quando escrevo, coração, alma e corpo vão juntos e indivisíveis; daí o peso, a dor, o anti-estilo, a prosa sofrida, a poesia escura.,mas enxergo ou finjo enxergar beleza em dias absurdamente azuis, embora respire melhor vivenciando as aflições da noite. Esta sou eu: advogada por profissão, escolha e com hora certa pra deixar de ser. mulher de nascença, livre na procura dos caminhos. A literatura é conseqüência de uma vida inteira dedicada a aprender. é o ar que respiro e do qual não posso me livrar, sem morrer... por isso - e tanto mais escrevo - e que assim continue sendo.

Amém.

http://marizalourenco.blogspot.com/

O Poema em Prosa apresentado abaixo foi escrito em homenagem ao LUIZ  ALBERTO MACHADO, por Mariza Lourenço.

  

De lendas
(a rosa de outono e o poeta)


era uma vez a poesia fecundando a terra. e era outra vez a terra parindo a flor. rosa de outono e de sangue, amor-perfeito e exato para caber em um poema. não escrito.

era uma vez o poeta. e era outra vez a busca. entre as letras descoloridas e todas as intenções. ocultas.

era uma vez o caminho de sempre, sustentando os passos dele. claudicantes e incertos, tropeçando na espera. dela.

e na boca do homem a rosa fez-se verbo, sangue.

e cio.

e em suas mãos os espinhos sangraram as rimas.

primeiras.

era uma vez o início de tudo.

era uma vez um poeta e o amor.

e ainda é a poesia inscrita

:em todas as pétalas da flor

Mariza Lourenço



Escrito por Ana C às 16h12
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RICARDO NACIF NJAIM.

Professor, advogado, escritor, pesquisador nas áreas em que atua (letras, ciências jurídicas e sociais), atual Secretário Municipal de Educação de Ubá, escreve em www.usinadeletras.com.br e no www.magrica.com.br artigos em quase todos os gêneros. E como ama a nossa terra: "UBÁ".

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.phtml?user=njaim

QUERO SEU AMOR

QUERO SEU AMOR,
POR TUDO QUE HÁ NESSE MUNDO,
NÃO ME IMAGINO,
SEM VOCÊ, SEM SEUS CARINHOS,
POR VOCÊ, MINHA AMADA,
TENHO O AMOR MAIS PROFUNDO,
SEM VOCÊ ME PERCO ,
ENTRE OS MEUS CAMINHOS.

QUERO O SEU AMOR,
POR TUDO QUE HÁ NESTA VIDA,
NÃO ME IMAGINO SEM VOCÊ,
SEM SEUS ENCANTOS,
SEM VOCÊ MINHA AMADA,
MEU PEITO VIRA UMA FERIDA,
QUE NÃO SARA,
QUE NÃO CURA,
E ME JOGA PELOS CANTOS.

QUERO SEU AMOR,
SEM ELE NÃO SOU NADA,
NÃO SOU NINGUÉM,
SEM VOCÊ JUNTO DE MIM,
A LUZ NÃO BRILHA,
O SOL NÃO AQUECE,
A TERRA NÃO GIRA,
PORQUE ALGUÉM,
DESLIGA O MUNDO DENTRO DE MIM,
ME ISOLO, VIRO ILHA.



Escrito por Escrito por Pupila às 18h54
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Lucia Javorski Bara.

Nasci em Mandiritura em 14/01/1969. Cursei Administração com ênfase em comercio exterior pela Faculdade SPEI de Curitiba. Comecei a escrever poesias aos 13 anos e possuo um acervo de mais de 100 poesias escritas, tendo varias composições Publicadas no Jornal “O Estado do Paraná “ entre 1988 e 2000. Colaboradora assídua dos sites de poesias na Internet, entre os quais mantém atualizados os sites:

www.sobresites.com/poesia/forum
www.sitedepoesias.kit.net



Menino de Rua


Menino de rua
Que pinta, que esbanja, que rouba laranja no meu quintal
Que atiça o cachorro, que joga bolinha
Que engraxa sapato, que xinga a vizinha
Que vende jornal
Menino de rua
Moleque vadio que fuma
Que nada no rio em dia de sol
Que grita, que briga
Que faz arruaças, que estraga telhado
Que quebra vidraças com seu futebol
Menino de rua
Que foge da escola
Que forma seu bando de gente gabola no becos sem luz
Que diz nome feio, que gospe e conjus
Que segue o palhaço
Que mente, que jura com dedos em cruz
Menino de rua
Que pisa na lama, que senta no chão, que suja as calças
Que põem apelidos
Que busca recados, que leva bilhetes pôr vinte centavos
Menino de rua
Magrinho e briguento que quase não come
Que dorme ao relento sem nada queixar
Que vai ao cinema, que banca o mocinho
Que canta e assobia, que sofre sozinho, que vive sem lar
Menino de rua
De brecha na testa, de calça rasgada
Que em dia de festa a gente não vê
Que joga baralho, que pula, que salta
Que brinca de pique
Menino Peralta
Invejo você !



Escrito por Ana C às 16h55
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